Oh Deus, como tem sido os meus dias...
Como será o meu amanhã?
Não sei, não sei, não sei...
Minha mãe a quem amo tanto, minha irmã, meu sobrinho e minha namorada...
Todos reclamam a minha atenção e eu não consigo satisfazer a nenhum deles.
Por que será?
Só sei que estou sempre sozinho,na minha volta para casa o que eu sempre acerto é o meu caminho.
Meus amigos também reclamam a minha atenção.
Amo a minha família, meus tios, primos e amigos...
Mas, meus pais estão sempre em primeiro lugar. Porque sempre que eu precisar eles estarão lá para me ajudar. Podem brigar e tudo, mas sempre estarão do meu lado.
Hoje eu voltei a falar com o meu pai a quem eu amo tanto, por orgulho, falhas da vida, eu errei...
Mas, tudo bem, a vida continua...
Meu trabalho me cansa, eu realmente não nasci para ser .......
Não que eu não goste, mas a tal hierarquia os fazem deixar de ser homens e viram covardes por humilhar, serem falsos e pior de tudo, me fazem seguir um sistema errado.
Amo a vida e quero aproveitá-la a todo instante. Por mais que eu tenha perdas, eu quero viver em paz e ser feliz...
Neste mês, dia 5 de abril de 2002, fez um ano em que eu perdi um pai, um amigo para todas as horas. Faz falta uma pessoa incentivadora, prática em seus atos, feliz por seus erros que o fizeram aprender e passar esse aprendizado.
Hoje, eu sinto falta de mim mesmo e reclamo a minha atenção.
Quero viver, acima de tudo somos vencedores de nós mesmos.
Se eu não estiver bem, como você vai estar?
Estando longe ou perto é Deus que nos dá força para buscar a vida eterna...
Felipe Silva Cavalcante
(07/04/2002).
quinta-feira, 9 de abril de 2009
terça-feira, 3 de julho de 2007
Escuridão
Todos se escondem atrás de nuvens negras.
Sombras saem livres de seu corpo,
Lhe abandonam por não mostrar a sua face, seus sentimentos.
O ódio corrompe teu coração, todos te abandonam
Deixando-te na maior solidão.
Tu entras em desespero tentando achar uma solução.
Pensa em morrer para que te perdoem.
Mas a vida executada por ti
Nem pena irão sentir
E viverás numa escuridão
Em que o ódio não deixarás dizer não
E sentirás a dor profunda como uma estaca
Cravada em teu coração.
Felipe Silva Cavalcante
Sombras saem livres de seu corpo,
Lhe abandonam por não mostrar a sua face, seus sentimentos.
O ódio corrompe teu coração, todos te abandonam
Deixando-te na maior solidão.
Tu entras em desespero tentando achar uma solução.
Pensa em morrer para que te perdoem.
Mas a vida executada por ti
Nem pena irão sentir
E viverás numa escuridão
Em que o ódio não deixarás dizer não
E sentirás a dor profunda como uma estaca
Cravada em teu coração.
Felipe Silva Cavalcante
Me disseram
Olharam para mim e disseram
Que a vida é tão simples
Difícil é recomeça-la
Há aquele que disfarça seu sentimento
e é forte para tentar
É que no seu peito há um coração marcado e sereno por
várias paixões que o torna hábil para lutar
Triste é aquele que se rendeu a dor do coração no
Primeiro fracasso que aconteceu no alago da paixão
Só sabe viver quem é livre para sonhar
Não há tempo a perder quando um outro amor lhe chamar
Tente agora, não deixe essa oportunidade passar, porque sabemos que para sermos felizes temos que tentar.
Felipe Silva Cavalcante
Que a vida é tão simples
Difícil é recomeça-la
Há aquele que disfarça seu sentimento
e é forte para tentar
É que no seu peito há um coração marcado e sereno por
várias paixões que o torna hábil para lutar
Triste é aquele que se rendeu a dor do coração no
Primeiro fracasso que aconteceu no alago da paixão
Só sabe viver quem é livre para sonhar
Não há tempo a perder quando um outro amor lhe chamar
Tente agora, não deixe essa oportunidade passar, porque sabemos que para sermos felizes temos que tentar.
Felipe Silva Cavalcante
Conforto
Lágrimas caem dos meus olhos
Tem os teus ombros de consolo
Teus braços me confortam
Teu beijo me afoba
Teus olhos me dão vida
Tua vida faz o meu caminho
Lágrimas que caíam de tristeza
Hoje elas caem de alegria
De te ver
E viver
No conforto do amor
Onde a dor vem e cicatriza
Para não haver mais ferida.
Autor: Felipe Silva Cavalcante
Tem os teus ombros de consolo
Teus braços me confortam
Teu beijo me afoba
Teus olhos me dão vida
Tua vida faz o meu caminho
Lágrimas que caíam de tristeza
Hoje elas caem de alegria
De te ver
E viver
No conforto do amor
Onde a dor vem e cicatriza
Para não haver mais ferida.
Autor: Felipe Silva Cavalcante
sexta-feira, 29 de junho de 2007
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